sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Você me quer outra vez, eu vivo querendo mais


Ai, a rua escura, o vento frio
Essa saudade, esse vazio
Essa vontade de chorar.

Ai, tua distância tão amiga
Essa ternura tão antiga
E o desencanto de esperar.

Sim, eu não te amo porque quero.
Ah, se eu pudesse esqueceria.

Vivo, e vivo só porque te espero.
Ai, esta amargura, esta agonia.

O meu amor tem um jeito manso que é só seu...

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Nos somos feitos de silêncio e som e silenciosamente eu te falo com paixão


Se a gente não sabe se ama
Se a gente não sabe se quer
Não vai saciar essa chama
Se não decifrar o que é

Se algo entre nós se insinua
E doce tontura nos traz
O que delicia tortura
E não dá descanso nem paz

É que o amor não se dissolve assim
Sem dor
Se não for
Até o fim

Se a gente não sabe se ama
E não se decide que quer
A dúvida não desinflama
Enquanto a gente não se der

Se algo entre nós se insinua
E não se disfarça sequer
Não dá pra deixar pra outro dia
De outra semana qualquer

É que o amor não se dissolve assim
Sem dor
Se não for
Até o fim

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

De vez em quando eu choro o amor apurrinha


Drão, o amor da gente é como um grão
Uma semente de ilusão
Tem que morrer pra germinar
Plantar n'algum lugar
Ressucitar no chão nossa semeadura
Quem poderá fazer, aquele amor morrer
Nossa caminha dura
Dura caminhada, pela estrada escura

Drão não pense na separação
Não despedace o coração
O verdadeiro amor é vão
Entende-se infinito, imenso monolito
Nossa arquitetura
Quem poderá fazer, aquele amor morrer
Nossa caminha dura, cama de tatame
Pela vida afora

Drão os meninos são todos sãos
Os pecados são todos meus
Deus sabe a minha confissão
Não há o que perdoar
Por isso mesmo é que há
De haver mais compaixão
Quem poderá fazer, aquele amor morrer
Se o amor é como um grão
Morre nasce trigo
Vive morre pão
Drão, Drão

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Minha noite meu luar


Lá fora a chuva cai
e o sol dentro do peito dói
Ilhado nesse mundo tudo faz lembrar você
Minha cama é tão vazia
Sem você aqui sem calor
Eu sinto frio agora
Eu sinto frio amor
Quando ouso ashadê
Penso em você
Quando penso em você eu tomo banho de rio
e a água no meu corpo o corpo e a agua
Eu sinto frio agora
Eu sinto frio amor

Então vem
Me dá o seu carinho
Então vem me abraçar
sem você eu me sinto sozinho
vem correndo eu estou te esperando
para agente se amar

Eu to louco, louco ,louco
Doido pra te ver
Eu to louco, louco, louco
Minha loucura e você

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Deu um nó de quase me enlouqueça impossível foi me controlar


No farol de itapoã
Eu me sinto bem
Se eu estou com meu bem
Eu, me sinto bem

O mar beija areia
Seu corpo sereno
Tem cheiro de maré cheia
Me queima flor da pele

Agnama seca chove mar
Agnama seca samba coco
Agnama seca chove mar
Agnama samba ô

Minha poesia de amor
A minha poesia de amor

Vai no olho do furação
Virá só pra sentir calor
Vai passar na televisão
E aceita se porto for
Vai entar na seu coração
Mergulhar no arpoador
Segurando a sua mão
Vai andar
Pelo mundo
Vai andar
Com os pés descalsos

Agnama seca chove mar
Agnama seca samba coco
Agnama seca chove mar
Agnama samba ô

Minha poesia de amor
A minha poesia de amor

Vai no olho do furação
Virá só pra sentir calor
Vai passar na televisão
E aceita se porto for
Vai entar na seu coração
Mergulhar no arpoador
Segurando a sua mão
Vai andar
Pelo mundo
Vai andar
Com os pés descalsos
E os pés descalsos

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Quanta coisa ainda por dizer do meu amor imenso por você.


As flores do jardim
Da nossa casa
Morreram todas
De saudade de você
E as rosas que cobriam
Nossa estrada
Perderam a vontade de viver...

Eu já não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu prá mim
Não! Não! Não!
Não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu prá mim...

As coisas que eram nossas
Se acabaram
Tristeza e solidão
É o que restou
As luzes das estrelas
Se apagaram
E o inverno da saudade
Começou...

As nuvens brancas
Se escureceram
E o nosso céu azul
Se transformou
O vento carregou
Todas as flores
E em nós
A tempestade desabou...

Eu já não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu prá mim
Não! Não! Não!
Não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu prá mim...

Mas não faz mal
Depois que a chuva cair
Outro jardim um dia
Há de reflorir!
Oh! Oh!...

Eu já não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu prá mim
Não! Não! Não! Não
Não posso mais!
Não posso mais!
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu prá mim...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Sem ti não sei viver


Ouvi dizer que você tá bem
Que já tem um outro alguém
Encontrei moedas pelo chão
Mais não vi ninguém pra me abraçar, me dá a mão.

Eu chorei sem disfarçar
Quando vi seu carro passar
Vi todo amor que em mim ainda não passou
Eu já não sei bem aonde vou, mais agora eu vou

Tentei fala mais você não soube ouvir tente admitir
Tentei voltar e pude ver o quanto errei
Te amei mais que a mim
Ah bem mais que a mim, mais que a mim

Ouvi dizer que você tá bem
Que já tem um outro alguém
Encontrei moedas pelo chão
mais não vi ninguém pra me abraçar, me dá a mão.

Eu chorei sem disfarçar
Quando vi seu carro passar
Vi todo amor que em mim ainda não passou
Eu já não sei bem a onde vou, mais agora eu vou

Tentei falar mais você não soube ouvir tente admitir
Tentei voltar e pude ver o quanto errei
Te amei mais que a mim
Ah bem mais que a mim, mais que a mim